A História e Evolução das Newsletters na Comunicação Digital

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Você não precisa de um diploma em jornalismo para entender um boletim informativo. É apenas uma publicação nítida e informal. Ele fornece informações, conselhos ou previsões especializadas para um grupo específico. O formato geralmente é simples. O tom é direto.

Essas publicações nem sempre são regulares. Alguns saem semanalmente. Outros aparecem apenas quando algo grande acontece. Os assuntos são vastos. Você encontrará conteúdo sobre tendências de negócios, mercados de energia, conselhos de saúde e dicas de viagem.

Quem os envia e por quê?

As empresas os utilizam para conversar com seus próprios funcionários. As organizações sem fins lucrativos os utilizam para manter os membros engajados. O objetivo é a conexão. O método é a informação.

As raízes deste formato remontam a séculos. Eles remontam a “corantos”. Estas eram coleções de notícias de uma única página. Eles retiraram histórias de jornais estrangeiros. Os holandeses os divulgaram no início do século XVII. Traduções para inglês e francês foram feitas em Amsterdã.

Um claro ancestral do boletim informativo americano moderno apareceu em 1704. Era chamado de Boston News-letter. É creditado como o primeiro jornal americano.

Investimento e Informação

A era moderna dos boletins informativos especializados começou para valer no início do século XX. Roger W. Babson, de Massachusetts, iniciou uma carta de aconselhamento de investimentos em 1904. Isso abriu um precedente para conteúdo baseado em dados.

O Relatório Whaley-Eaton foi lançado em 1918. Depois veio o The Kiplinger Washington Letter em 1923. Willard M. Kiplinger o lançou. Atingiu centenas de milhares de assinantes. Essa escala era enorme para a época.

Os números de circulação variam muito hoje. Pequenas organizações voluntárias podem enviar cartas gratuitas a algumas centenas de pessoas. Os serviços de assinatura ainda conquistam públicos massivos. O modelo funciona porque elimina o ruído. Dá a você o que você pediu.

A mudança digital

A editoração eletrônica mudou tudo no final do século XX. Antes disso, era difícil produzir um documento com aparência profissional. Você precisava de impressores e compositores especializados.

Agora, qualquer pessoa com um computador pode criar um documento sofisticado. Isso se aplica aos formatos impresso e online. A barreira de entrada caiu para zero.

Organizações de todos os tamanhos agora podem produzir seus próprios boletins informativos. Os indivíduos também podem. O estilo permanece nítido. O mecanismo de entrega ficou mais rápido.

Ainda contamos com essas atualizações selecionadas. O meio evoluiu. A intenção permanece a mesma. Queremos o sinal, não o ruído. A questão é se o grande volume de boletins informativos digitais abafa o valor. Ou se apenas melhoramos na filtragem.

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